Pesquisar neste blog

segunda-feira, 6 de setembro de 2010


Feira de Educação do Canadá
O evento Study in Canada traz para Brasília/Brasil representantes de renomadas instituições de ensino das províncias de Alberta, British Columbia, Manitoba e Ontário.O Canada é conhecido mundialmente por sua qualidade de vida e educação, sendo muito procurado por brasileiros que desejam estudar em outros países.O evento que acontecerádia 18 de setembro, 2010 no centro de eventos e convenções Brasil 21 em Brasília das 14hs as 19hs foi idealizado com suporte das províncias de Alberta, British Columbia, Manitoba e Ontário e será uma otima oportunidade para os interessados conversarem diretamente com representantes de instituições canadenses para tirar suas dúvidas, além da possibilidade de participar de palestras gratuitas oferecidas pelas quatro províncias.
Mais informacões acesse o site: http://www.studyincanadafair.com.br/index.html

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Estamos de Volta!!! \o/

Caros Amigos,

Agora que a nossa querida faculdade está de volta, depois de muitas tribulações, nós também voltamos. Contamos com a sua participação neste blog. Então faça sua parte: comente, crítique, dê sugestões e muito mais.

Ateciosamente,

Equipe de Letras

quinta-feira, 29 de julho de 2010

MEC suspende admissão de novos alunos em duas faculdades do DF

29/07/2010 10h26 - Atualizado em 29/07/2010 10h26
MEC suspende admissão de novos alunos em duas faculdades do DF

MEC também proibiu início de novas turmas no 2º semestre letivo de 2010.Medida atinge Faculdades Integradas da Terra de Brasília e AD1 - Unisaber.
Do G1, em Brasília

O Ministério da Educação (MEC) determinou a “suspensão de novos ingressos” nos cursos da Faculdades Integradas da Terra de Brasília (FTB) e da Faculdade AD1 – Unisaber. Segundo portaria publicada nesta quinta-feira (29) no “Diário Oficial da União”, a suspensão vale para qualquer forma de ingresso, incluindo vestibulares, transferências e outros processos seletivos já realizados ou em andamento.
O MEC também proibiu, por meio de medida cautelar administrativa, o início das aulas de novas turmas no segundo semestre letivo de 2010 na FTB e na Faculdade AD1 – Unisaber.


Para ler o resto da reportagem: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2010/07/mec-suspende-admissao-de-novos-alunos-em-duas-faculdades-do-df.html

By: equipe letras

domingo, 30 de maio de 2010

sábado, 29 de maio de 2010

terça-feira, 25 de maio de 2010

Acordo Ortográfico

Após várias tentativas de se unificar a ortografia da língua portuguesa, a partir de 1º de janeiro de 2009 passou a vigorar no Brasil e em todos os países da CLP (Comunidade de países de Língua Portuguesa) o período de transição para as novas regras ortográficas que se finaliza em 31 de dezembro de 2012.

continue lendo.
http://www.brasilescola.com/acordo-ortografico/

segunda-feira, 24 de maio de 2010

LEI N.º 11899, DE 8 DE JANEIRO DE 2009.

LEI N.º 11899, DE 8 DE JANEIRO DE 2009.


Institui o Dia Nacional da Leitura e a Semana Nacional da Leitura e da Literatura.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Art. 1.º São instituídos o Dia Nacional da Leitura e a Semana Nacional da Leitura e da Literatura, a serem anualmente celebrados, em todo o território nacional.

§ 1.º O Dia Nacional da Leitura será comemorado em 12 de outubro.

§ 2.º A Semana Nacional da Leitura e da Literatura será aquela em que recair o Dia Nacional da Leitura, nos termos do § 1o deste artigo.

Art. 2.º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 8 de janeiro de 2009; 188.º da Independência e 121.º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Roberto Gomes do Nascimento

domingo, 23 de maio de 2010

A importância da leitura na vida do ser humano


As tecnologias do mundo moderno fizeram com que as pessoas deixassem a leitura de livros de lado, isso resultou em jovens cada vez mais desinteressados pelos livros, possuindo vocabulários cada vez mais pobres.
A leitura é algo crucial para a aprendizagem do ser humano, pois é através dela que podemos enriquecer nosso vocabulário, obter conhecimento, dinamizar o raciocínio e a interpretação. Muitas pessoas dizem não ter paciência para ler um livro, no entanto isso acontece por falta de hábito, pois se a leitura fosse um hábito rotineiro as pessoas saberiam apreciar uma boa obra literária, por exemplo.
Muitas coisas que aprendemos na escola são esquecidas com o tempo, pois não as praticamos, através da leitura rotineira tais conhecimentos se fixariam de forma a não serem esquecidos posteriormente. Dúvidas que temos ao escrever poderiam ser sanadas pelo hábito de ler, talvez nem as teríamos, pois a leitura torna nosso conhecimento mais amplo e diversificado.
Durante a leitura descobrimos um mundo novo, cheio de coisas desconhecidas.O hábito de ler deve ser estimulado na infância, para que o indivíduo aprenda desde pequeno que ler é algo importante e prazeroso, assim com certeza ele será um adulto culto, dinâmico e perspicaz. Saber ler e compreender o que os outros dizem nos difere dos animais irracionais, pois comer, beber e dormir até eles sabem, é a leitura que proporciona a capacidade de interpretação.Toda escola, particular ou pública, deve fornecer uma educação de qualidade incentivando a leitura, pois dessa forma a população se torna mais informada e crítica.
Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, “o verbo ler não suporta o imperativo”. Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
By Equipe Letras(Português/Inglês)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Em defesa dos cursos de Letras

Saber mais não ocupa espaço, embora dispenda tempo. É preciso, a certa altura da vida, selecionar caminhos e trilhar, da melhor forma possível, um percurso. Cada pessoa tem suas preferências e frustrações. E certamente a escola ajudou (ou atrapalhou), no mínimo, colaborou para que certas escolhas fossem feitas ou deixassem de o ser.

Mas a aprendizagem está em todos os lugares. Basta lembrar que não foi preciso freqüentar escola para aprender a falar, nem entrar em curso para operar videogame ou contratar instrutor para aulas de velocípede. Há as possibilidades oferecidas pela biologia (a forma do nosso corpo, assim como as possibilidades dele) e as dadas pela cultura, que embutem até mesmo valor e desvalor em uns conhecimentos e umas habilidades, às vezes correlatos.

Assim é que, na escola, bonito mesmo é saber matemática. Na cultura cartesiana, inteligente é quem sabe calcular; vir do menor para o maior, do mais fácil para o mais difícil. Para os behavioristas, há que treinar as pessoas e os animais que somos. Ao estímulo, uma resposta, predeterminada, claro, porque se não for aquela, há algo errado (com a pessoa, não com a instituição, por exemplo).

Nessa cultura de respostas únicas e de gabaritos precisos, sobram as pessoas que queriam gostar inadvertidamente de pintura, poesia, música (embora esta tenha as nuanças da matemática), escultura e afins. Aos "bons de história e português" sobra o limbo dos jornaizinhos de Grêmio estudantil, lidos pela minoria, amassados nas lixeiras do pátio ou servindo de piso de gaiola. Também esses jornais que oferecem, entre dez, nove páginas à discussão macro e micropolítica da vez e uma página aos poetas de plantão. Mas isso não dá camisa a ninguém, e nem medalha de honra ao mérito, como dão as olimpíadas de matemática.

Mas nem por isso se deve discriminar. E quem disse que não é bom saber matemática, física e química? Ao menos os rudimentos, já que são as cadeiras de nossa cultura escolar, separadinhas como prateleiras, como se não fossem todas conexas.

Muito me surpreende quando alguém, especialmente esclarecido ou metido a, me sai, em plena era dos estudos da complexidade e da mudança dos paradigmas mais estanques para outros mais dinâmicos e convincentes, pessoas em pleno uso das redes interconectadas em ambiente digital, usuárias de orkuts e outras ferramentas de conhecimento... mas muito me surpreende quando esses sujeitos, por vezes colunistas de revistas eletrônicas, me saem com estreitas visões funcionalistas das coisas e das pessoas e das possibilidades que coisas e pessoas, associadas, têm e oferecem.

Ao meu amigo médico, as aulas de Educação Artística não serviram para nada. Diz-me ele que, no entanto, tem a capacidade, aprendida culturalmente, de admirar um Matisse, que conheceu na escola e, mais tarde, mandou pôr em moldura para enfeitar a cabeceira da cama onde dorme. Também me diz ele que foi de suma importância saber escrever bem para, no mínimo, passar no vestibular.

Para meu amigo historiador, de quase nada serviram as aulas de Matemática, já que não faz parte de seu dia-a-dia profissional resolver equações ou pensar em limites e derivadas. Mas também disse-me ele que lida, no entanto, com uma micromatemática que o persegue no dia-a-dia doméstico, social, etc. Aquela continha do troco, da padaria, do supermercado, do caixa eletrônico.

A mim, para nada servem as aulas de Geografia, especialmente aquelas em que se decoravam nomes que nunca usei ou que serviam de intervalo entre as aulas de Português e as de Matemática (as maiores cargas horárias dos currículos escolares). Havia aulas em que o professor mandava abrir o livro, responder questões sobre Contestado ou sobre a seca no Nordeste, ou ainda algo sobre o Japão (em Belo Horizonte, onde quase não vemos orientais pelas ruas), e pronto, estava estudada a Geografia.

É com essa mesma pequenez do ensino de Histórias, Geografias e Matemáticas que se formou uma geração que pensa que esses conhecimentos são estanques e têm valores diferenciados. Não é preciso ser muito inteligente para perceber que todas essas "matérias" são escritas ou "ensinadas" em Português e que todas elas são dadas ao tratamento estatístico (matemático) e que a leitura de mapas, a percepção de entrelinhas ideológicas no tratamento da história e do passado, a análise dos sistemas químico-físicos e biológicos... que tudo isso é conectado e está em mim, em minha cultura.

Diante disso, basta incluir as outras "matérias" para repensar: a Literatura, enquanto "matéria" de escola, mesmo não sendo abordada como arte, pode o ser como fazer histórico. Foi em relação com o mundo geográfico ou histórico que cada escritor produziu sua obra. Mesmo sendo farmacêutico, médico, engenheiro... cada um deles foi capaz de, lindamente, atingir outras linguagens.

E se for abordada como arte, a literatura oferece as possibilidades, muito pessoais, da contemplação, do deslumbramento, do encantamento, da experiência estética (que pode faltar a certas pessoas). Se ela não servisse para nada (nessa pequeninha visão funcionalista), nenhum escritor teria sido preso, torturado, exilado ou calado porque disse ou deixou de dizer (mais inteligente ainda: quando disse fingindo que não dizia).

Há certos tipos de afasia ou problemas neurológicos que, alterando as possibilidades biológicas e cognitivas do corpo, não permitem que uma pessoa compreenda ironia, mentira, verdade ou metáforas. Se for este o caso, perdoa-se. Mas se não for, é mesmo certa falta de repertório.

Os desavisados ingênuos de plantão devem pensar que em uma faculdade de Comunicação Social só se aprende a ser repórter da Globo. Na mesma linha, as faculdades de História só discutem os fatos passados, as de Geografia só ensinam a ler mapas e as de Letras ficam o dia inteiro discutindo literatura.

Pois bem, mesmo sem conhecer muitas outras escolas de ensino superior (das boas e comprometidas), não sou besta de achar que os cursos oferecidos sejam tão estreitinhos e só formem pessoas estreitinhas (até porque a formação das pessoas não se dá apenas em bancos escolares). Não há só nerds cheios de espinhas nos cursos de Computação e nem apenas patricinhas de echarpe nas escolas de Psicologia. Assim como nem todo geógrafo é cheio de limites e fronteiras muito espremidinhos.

Os cursos de Letras são espaços onde se pensa a literatura em relação com muitas outras coisas, além de ser o lugar onde se repensam a língua materna, outras tantas línguas e onde se formam pessoas que vão educar nossos filhos. Nem toda estudante de letras é mal-amada e nem todas elas (e eles, diga-se de passagem!) são apaixonadas por literatura. Assim como, tenho certeza, nem todo estudante de qualquer curso é apaixonado pelo que faz.

Nas escolas, travamos contato com todo tipo de frustrado, e não apenas as pacatas professoras de literatices. Tenho certeza de já ter tido contato com uns apaixonados, de verdade, por suas matérias (incluindo a literatura). E a formação numa área como Letras, que permite a reflexão e a aprendizagem sistemática de línguas, abre um leque de possibilidades, tais como ensinar a redigir melhor em qualquer outra área, seja ela Matemática ou Geografia. (Muitos cursos oferecem cadeiras como Redação acadêmica, por exemplo, embora nem todos os alunos queiram cursá-las).

Lamento muito por quem não estudou em boa escola ou não teve a oportunidade de pensar complexamente, pensar hipertextualmente, de forma multimodal ou fazendo sinapses coordenadas e simultâneas. Tudo pode servir para tudo. Mas para quem pensa em série, se uma lâmpada não acende, as demais também estão condenadas.
Ana Elisa Ribeiro

By Equipe Letras(Português/Inglês)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Resenha do livro o pequeno principe



* Resenha:
O Pequeno Príncipe é um livro escrito pelo autor, jornalista e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry. Foi escrito em 1943, um ano antes de sua morte. É sua obra mais conhecida. Do lado de fora parece ser um simples livro para crianças. O Pequeno Príncipe é na verdade um livro profundo, escrito de forma enigmática e metafórica. Um livro poético e filosófico sem igual. Esse livro foi traduzido para muitas outras línguas, sendo seu original em francês. Também dele foram feitos histórias para serem ouvidas, filmes e desenhos animados, além de adaptações. Lembrem-se: O essencial é invisível aos olhos.

* Resumos:

1) “O Pequeno Príncipe” foi escrito e ilustrado por Antoine de Saint-Exupéry um ano antes de sua morte, em 1944. Piloto de avião durante a Segunda Grande Guerra, o autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara. Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede: "Desenha-me um carneiro"? É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade. O principezenho havia deixado seu pequeno planeta, onde vivia apenas com uma rosa vaidosa e orgulhosa. Em suas andanças pela Galáxia, conheceu uma série de personagens inusitados – talvez não tão inusitados para as crianças! Um rei pensava que todos eram seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto. Um homem de negócios se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo para sonhar. Um bêbado bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber. Um geógrafo se dizia sábio mas não sabia nada da geografia do seu próprio país. Assim, cada personagem mostra o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece. Isso tudo pode ser traduzido por uma frase da raposa, personagem que ensina ao menino de cabelos dourados o segredo do amor: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”. Antoine de Saint-Exupéry via os adultos como pessoas incapazes de entender o sentido da vida, pois haviam deixado de ser a criança que um dia foram. Entendia que é difícil para os adultos (os quais considerava seres estranhos) compreender toda a sabedoria de uma criança. Desta fábula foram feitos filmes, desenhos animados, além de adaptações. Muitos adultos até hoje se emocionam ao lembrar do livro. Talvez porque tenham se tornado “gente grande” sem esquecer de que um dia foram crianças.

2) O livro O Pequeno Príncipe publicado por Saint-Exupéry em 1943, em Nova York, é um dos livros mais bem concebidos pelo sentido humano, poesia, beleza e expressão formal de sua escrita. Nada nele é supérfluo. Sempre novo a cada leitura, não por inesperadas revelações, mas pela permanência de sua mensagem que nos mostra uma profunda mudança de valores. Mostra também que não precisamos esquecer o nosso lado criança quando diante do mundo, das nossas preocupações diárias. Piloto de avião durante a 2ª Grande Guerra, o autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara. Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede: "Desenha-me um carneiro?" É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade. O principezinho havia deixado seu pequeno planeta, onde vivia apenas com uma rosa vaidosa e orgulhosa. A flor embora bonita e cheirosa era vã e exigente, ingênua e orgulhosa! Acreditava que seus espinhos a protegeriam, exigiu que o príncipe a cobrisse com uma tela. Disse-lhe para colocá-la sob um globo de vidro à noite para protegê-la do frio. Embora o príncipe a amasse, estava cansado de ouvir-lhe as exigências, assim ele partiu de seu planeta com um bando de pássaros em migração. Em suas andanças pela Galáxia, conheceu uma série de personagens inusitados – talvez não tão inusitados para as crianças! Na Terra queria descobrir amigos e conhecer muitos lugares e coisas. Um dia conheceu a raposa e fez amizade. Umas das coisas que ela lhe dissera foi: - A gente só conhece bem as coisas que cativou, os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas, mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me! Antoine de Saint-Exupéry via os adultos como pessoas incapazes de entender o sentido da vida, pois haviam deixado de ser a criança que um dia foram. Entendia que é difícil para os adultos (os quais considerava seres estranhos) compreender toda a sabedoria de uma criança.
Desta fábula foram feitos filmes, desenhos animados, além de adaptações. Muitos adultos até hoje se emocionam ao lembrar do livro. Talvez porque tenham se tornado “gente grande” sem esquecer de que um dia foram crianças.
Fonte(s):
http://www.mayrink.g12.br/pp/principe.ht…
http://www.micropic.com.br/noronha/resum…
http://manfresjr.blogspot.com/2009/03/re…

DOWLOAD DO LIVRO.
http://www.4shared.com/file/19260300/c8062dca/O_Pequeno_Principe__Ilustrado__-_Antoine_De_Saint-Exupery.html

By Equipe Letras(Português/Inglês)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Que tal criarmos um clube do livro


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Um clube do livro é um clube social onde pessoas normalmente se encontram para discutir sobre um livro que acabaram de ler, expressando suas opiniões, críticas, etc. Comumente, membros de clubes do livro encontram-se em suas casas, em livrarias, pubs, cafés, restaurantes, etc. Há também clubes do livro online.


By Equipe Letras(Português/Inglês)

sábado, 15 de maio de 2010

Caros amigos,

Nosso blogger é novo, estamos começando nesse ramo.E aprendendo como faze-lo da melhor forma possível, para que vocês, possam desfrutar de nossas informações postadas!!! Então aproveitem para deixar comentários, elogiando o que ficou legal, críticando e até mesmo dando dicas de como podemos melhorar! Lembrem-se, ele foi feito para vocês!!!

Um grande abraço!


By Equipe Letras(Português/Inglês)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

MEC cria novo curso superior: tecnólogo em Gestão Escolar

Tecnólogo trabalhará em escolas coordenando professores, médicos e bibliotecários. Curso deverá durar 3 anos.

Você é interessado por educação, mas não quer ser professor? É organizado, criativo e se preocupa com a qualidade de ensino? Fique atento, em breve, um novo curso superior – e uma nova profissão – estará por aí: é o tecnólogo em Gestão Escolar.

A criação do curso foi publicada na última terça-feira (11/05/10) no Diário Oficial. O que quer dizer que as faculdades estão, a partir de agora, autorizadas a se preparar para oferecer o curso.

O profissional estudará planejamento, coordenação e controle de atividades pedagógicas e administrativo de escolas, parques e museus. No dia a dia, vai ser responsável por planejar atividades extracurriculares: Para qual excursão levar os estudantes? Quais atividades oferecer para quem tem dificuldade em matemática? A decisão ficará a cargo desses novos tecnólogos.

“É um profissional que será qualificado para melhorar o funcionamento de secretaria, bibliotecas, cantinas, portarias, laboratórios, oficinas, instalações esportivas, almoxarifados, jardins, hortas, brinquedotecas, entre outros”, explica Ariane Chagas Leitão, coordenadora de supervisão da educação profissional do MEC.

O tecnólogo em processos escolares é responsável por atividades de acompanhamento dos processos acadêmicos e organizacionais, participação em equipes técnicas e desenvolvimento da ação educativa dentro e fora da escola.

ESTRUTURA
A carga horária mínima recomendada pelo MEC para o funcionamento do novo curso é de 2,4 mil horas – ou seja, três anos de duração. As universidades terão de montar biblioteca especializada, ambientes que simulem espaços educativos, laboratório de informática e laboratório pedagógico multimídia.

O MEC também prevê lançar, em 31 de maio, o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia com dez novos cursos, divididos nos eixos tecnológico-militar (seis cursos), segurança (três) e apoio educacional (um). Outros cursos de apoio à educação também deverão ser criados em breve.

By: http://guiadoestudante.abril.com.br

terça-feira, 11 de maio de 2010

Será esta a realidade

Textos e Artigos
Artigo de Marcos Bagno publicado na Revista Caros Amigos

A CATÁSTROFE DOS CURSOS DE LETRAS
Marcos Bagno -

A formação dos professores de português, hoje, no Brasil, é uma catástrofe. Nós, os responsáveis pelos cursos de Letras, não enxergamos a bomba-relógio que temos nas mãos. As estatísticas não mentem: a retumbante maioria dos estudantes de Letras vêm de camadas sociais pobres ou mesmo miseráveis, filhos de pais analfabetos ou que têm escolarização inferior a quatro anos. Isso significa muita coisa. Significa que esses estudantes têm um histórico de letramento muito reduzido: no ambiente familiar, não convivem com a cultura letrada, não têm acesso a livros, revistas, enciclopédias etc. Significa que não são falantes das normas urbanas de prestígio (as mesmas que supostamente terão de ensinar a seus futuros alunos) e têm domínio escasso da leitura e da escrita. Só na faculdade é que a maioria deles vai ler, pela primeira vez na vida, um romance inteiro ou um texto teórico. Vêm, quase todos, do ensino público, essa tragédia ecológica brasileira muito pior que as queimadas na Amazônia. Nós, porém, fingimos que eles são ótimos leitores e redatores, e despejamos sobre eles, logo no primeiro semestre, teorias sofisticadas, que exigem alto poder de abstração e familiaridade com a reflexão filosófica, e textos de literatura clássica, escritos numa língua que para eles é quase estrangeira. E assim vamos nos iludindo e iludindo os estudantes.

O resultado é que os estudantes de Letras saem diplomados sem saber lingüística, sem saber teoria e crítica literária e sem saber escrever um texto acadêmico com pé e cabeça. Todos os dias, recebo mensagens de formandos que me pedem orientação para seus trabalhos finais. Alguns até me enviam seus projetos. São textos repletos de erros primários de ortografia, pontuação, sintaxe, vocabulário, com frases truncadas e sem sentido. Assim eles chegam ao final do curso, e suas monografias, mal escritas, sem nenhum rigor teórico ou metodológico, são aprovadas alegre e irresponsavelmente por seus supostos orientadores.

O problema, é claro, não está no fato (que merece comemoração) de acolhermos na universidade alunos vindos das camadas mais desfavorecidas da população. O problema é não oferecermos a eles condições de, primeiro, se familiarizar com o mundo acadêmico, que lhes é totalmente estranho, por meio de cursos intensivos (e exclusivos) de leitura e produção de textos, de muita leitura e muita produção de textos, para só depois desses (no mínimo) dois anos de preparação eles poderem começar a adentrar o terreno das teorias, das reflexões filosóficas, da alta literatura. Se não fizermos isso urgentemente (anteontem!), as salas de aula do ensino básico estarão ocupadas por professores que, mal sabendo ler e escrever adequadamente, não poderão desempenhar sua principal tarefa: ensinar a ler e a escrever adequadamente! Não sei, aliás, por que escrevi "estarão ocupadas": elas já estão ocupadas, neste momento, por essas pessoas, de quem se cobra tanto e a quem não se oferece uma formação docente que também seja, minimamente, decente.

http://www.marcosbagno.com.br/conteudo/arquivos/art_carosamigos-novembro.htm


segunda-feira, 10 de maio de 2010

Exposição "Menas" - Museu da Língua Portuguesa

Olá pessoal, espero que gostem deste video!!!

sábado, 8 de maio de 2010

livro de letras


Essa pagina é uma das melhores relacionado a livros de letras que eu conheço.



by duks.

um olhar para o mundo

agora é só atualizarmos